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A Cunhada Morta Rose era uma senhora, cidadã de uma pacata cidade do interior do Brasil, que morava com os seguintes membros da família: Dario, seu marido; Daniele, sua filha e Tereza, sua cunhada. Esta mulher era secretária de uma firma e enquanto ela trabalhava fora, a sua cunhada Tereza tomava conta da casa e era a babá oficial de Daniele. Porém em troca destes serviços à moça só recebia comida, moradia e algumas peças de roupas. O maior medo de Rose era morrer sem ter um túmulo descente para ser enterrada e o seu maior sonho era ter um mausoléu de luxo. Por isto, ela economizou boa parte do seu salário e quando completou sessenta anos de idade comprou uma cripta chique com sete gavetas em seu interior. No dia desta aquisição, esta senhora deu uma festa e Tereza comentou: - Se eu morrer antes de você, quero ser enterrada em seu mausoléu. Rose fez cara feia e exclamou: - Nem pensar! - Aquela cripta chique comprou com o suor do meu rosto! Seis meses depois, foi diagnosticado um câncer em Tereza, que veio a falecer logo. Então Rose decidiu enterrar a cunhada como indigente. Um ano se passou e uma semana antes do dia de finados, esta mulher decidiu fazer uma faxina por dentro e por fora da sua cripta. Ao entrar no interior do seu mausoléu, esta senhora achou estranho existir uma gaveta fechada e logo acionou a administração do cemitério. Assim o coveiro destruiu o lacre da gaveta, avistou um caixão e dentro dele estava o corpo de Tereza intacto. Rose acusou seu marido de enterrar a sua cunhada, às escondidas, dentro do seu mausoléu particular. Porém Dario negou este fato. Diz a lenda que a notícia do corpo intacto de Tereza percorreu toda a cidade e que por isto ela é considerada um tipo de santa. Há pessoas que rezam para a alma dela e têm os seus pedidos atendidos.

Uma família que acabara de se mudar para um novo apartamento,estava arrumando os moveis da casa,só não tinham comprado a cama da filha caçula que se chamava Amanda.No dia seguinte,os pais de Amanda foram comprar uma cama para ela. Depois de muito procurar encontraram uma pequena loja de moveis usados,Amanda gostou de uma cama simples e bonitinha.Quando chegaram no apartamento,Amanda logo foi apressando seu pai para montar a cama em seu quarto.No dia seguinte,Amanda reclamou com seu pai dizendo que a cama respirava enquanto dormia,mas seus pais não acreditaram na menina,dizendo que só estava desacostumada com a cama nova.Quinze dias depois Amanda ainda reclamava que sentia a cama respirar.Então resolveram trocar aquela cama por outra.Chegando na loja,os vizinhos disseram que o vendedor havia falecido.Então foram atendidos por Marcelo,irmão do vendedor,ele era um pouco esquisito,mas sem desconfiar de nada eles levaram a cama para o apartamento. Mas, antes de saírem,Marcelo perguntou se eles não sentiram algo estranho na cama,Amanda disse que sentiu a cama respirar. Marcelo ficou quieto só dizendo para irem embora logo.Quando saíram da loja,uma das vizinhas que se chamava Anita,perguntou quem os atendeu,e o pai da Amanda respondeu que foi Marcelo. Os vizinhos que ouviram isso ficaram amedrontados.Sem saber o motivo por que os visinhos ficaram assim,o pai e Amanda foram embora.Quando chegaram no apartamento,Bruno o irmão mais velho de Amanda,estava pesquisando na internet sobre essa história da cama que respira.Ele descobriu que quem ou o que estava respirando na cama era o espírito de Marcelo,que morreu asfixiado pelo irmão(o vendedor).Ao ouvir isso,Amanda começou a rir dizendo que esse `negócio` de fantasma não existe.Uma semana depois,o pai de Amanda voltou para loja tentar descobrir porque os visinhos ficaram amedrontados.Enfim foi explicado porque a cama respirava. É porque depois que Marcelo foi morto pelo irmão asfixiado na cama,sua alma ficou presa na cama,tentando respirar a vida.

"Em uma festa da escola, eu e meus amigos como sempre, íamos para a festa. Chegando lá, tinha várias garotas bonitas e uma que era muito feia. Eu e meus amigos tivemos uma idéia, como nós não éramos fácies, tramamos uma para a moça. Eu fui conversar com ela, e a chamei para dançar, como eu era o garoto mais bonito da festa, todas queriam dançar comigo, ai, as outras belíssimas meninas ficaram com raiva de mim e da garota. Como os meus 2 amigos estavam todos acompanhados, tivemos outra idéia, dentro da outra, iríamos levar as garotas, para um lugar bem escuro, onde ninguém nunca entrou. E começamos a fazer coisas com as garotas, como as outras não eram mais virgens, elas não se importaram, mas a menina feia, não gostou e me deu um tapa, ai eu a empurrei, e ela bateu com a cabeça no chão, e morreu. Saímos espantados, e guardamos segredo por muito tempo. Hoje eu sou casado, e meus 2 amigos também, tenho 2 filhos um rapaz e uma moça. E meus dois amigos têm 1 filho homem. Um dia meu filho apareceu em casa com uma namorada e que me parecia muito familiar, ele me apresentou a menina e minha mulher gostou dela. Na mesma noite ligaram lá pra casa dizendo que meu filho tinha morrido. E a namorada dele, tinha sumido. O filho do meu amigo também começou a namorar, com uma garota que parecia muito a ex de meu filho, e ele também morreu. Eu na mesma noite tinha tido um pesadelo com a menina feia da festa, e contei para meus amigos. Eles até que riram de mim, mas depois eles levaram a sério. E disse que essas namoradas dos dois meninos que tinham morrido era muito estranho, pois se parecia muito. Ai, eles pensaram que a mesma coisa poderia acontecer com o outro garoto. Ai, na mesma noite esse garoto apareceu com a namorada, que também parecia muito com as dos dois. Ai, eu e meus amigos pensamos, e disse que ele não iria sair com a menina, e ele acabou saindo. Nessa mesma noite, eu disse que isso teria que ter um fim, se não essa moça iria matar a todos nós com o encanto dela, pois ela veio muito bonita para cá. Ai, eu disse que eu tinha que fazer alguma coisa, pois essa história começou por minha causa, ai, eu fui ao galpão abandonado e quando eu cheguei lá, eu vi os ossos da moça no chão, e quando eu fui pegar, ela apareceu com uma faca e disse que iria me matar também, ai, minha filha que tinha ficado no carro, veio atrás de mim, e segurou a moça e a derrubou, ela caiu desmaiada, ai eu enterrei os ossos dela, ai o espírito da moça desapareceu e o encanto acabou.''

Havia uma linda adolescente ruiva, ela se chamava Carol e tinha 14 anos. Ela era uma adolescente triste,deprimida,e sofrida nas mãos do pai, que a maltratava,e que a descriminava só por causa que ela era ruiva. Porém um dia, seu pai a chamou e pediu para ela comprar carne. Ela foi. Chegando lá,viu um belo rapaz. Os dois ficaram conversando,e as horas se passando. Quando chegou em casa,seu pai começou a perguntar por onde ela andava. Ela disse que não iria falar, então apanhou feio. Até que um dia o belo rapaz que ela viu, apareceu por lá,e o pai dela não estava. Os dois foram conversando,até que saiu o beijo. O pai da menina pegou, expulsou o rapaz de lá e espancou a garota. Deu um terrível castigo para ela, queimou todas as suas roupas, destruiu o quarto dela e começou a maltratar mais a menina. Um dia, a menina tentando fugir de casa, ele pegou e a colocou no porão e trancou. E incendiou o porão com a garota dentro. Carol morreu carbonizada,até que um dia seu pai dormindo, acordou com um barulho pela casa,e quando se levantou,viu sua filha passando pela corredor toda queimada,e com uma marca de sofrimento...Depois de meia hora olhando para a garota, o pai dela morreu...E diz a lenda que todo o adolescente que sofre com maltrato familiar, ela aparece toda queimada e com uma marca de sofrimento...Mata quem está maltratando aquele adolescente.

Erzsébet Báthory ou Elizabeth Bathory foi a condessa que torturou e assassinou várias jovens e, por causa disso ficou conhecida como um dos "verdadeiros" vampiros da história. Embora citada freqüentemente como húngara, devido em grade parte ao deslocamento da fronteira do Império Húngaro, ela era na realidade mais intimamente associada com o que é hoje a República Eslovaca. A maior parte de sua vida adulta foi passada no Castelo Cachtice, perto da cidade de Vishine, a nordeste do que é hoje Bratislava, onde a Áustria, Hungria e a Eslováquia se juntam. (O Castelo foi erroneamente citado por Raymond T.McNally como situado na Transilvânia). Bathory cresceu numa era em que a maior parte da Hungria tinha sido conquistados pelas forças turcas do Império Otomano, sendo campo de batalha entre exércitos da Turquia e Áustria(Habsburgo). A área também ficou dividida por diferenças religiosas. A família de Bathory se juntou à nova onda de protestantismo que fazia oposição ao catolicismo romano tradicional. Foi criada na propriedade da família Bathory, em Ecsed, na Transilvânia. Quando criança era sujeita a doenças repentinas, acompanhadas de intenso rancor e comportamento incontrolável. Em 1571, seu primo Stephen tornou-se príncipe da Transilvânia e mais tarde, na mesma década ascendeu ao trono da Polônia. Foi um dos regentes mais competentes da sua época, embora seus planos para a unificação da Europa contra os turcos fossem frustrados em virtude dos esforços necessários para combater Ivan, o Terrível, que cobiçava o território de Stephen. Em 1574, Elizabeth engravidou como resultado de um breve affair com um camponês. Quando sua condição se tornou visível, foi escondida até a chegada do bebê, porque estava noiva do Conde Ferenc Nadasdy. O casamento ocorreu em maio de 1575. O Conde Nadasdy era soldado e ficava fora de casa, freqüentemente, por longos períodos. Nesse meio tempo, Elizabeth assumia seus deveres de cuidar dos assuntos do Castelo Sarvar, de propriedade da família Nadasdy. Foi aí que sua carreira maligna realmente começou - com o disciplinamento de um grande contingente de empregados, principalmente mulheres jovens. Num período em que o comportamento cruel e arbitrário dos que mantinham o poder para com os criados era uma coisa comum, o nível de crueldade de Elizabeth era notório. Ela não apenas punia os que infringiam seus regulamentos, como também encontrava desculpas para infligir punições e se deleitava na tortura e na morte de suas vítimas muito além do que seus contemporâneos poderiam aceitar. Enfiava pinos em vários pontos sensíveis do corpo, como, por exemplo, embaixo das unhas. No inverno executava suas vítimas fazendo-as se despir e andar na neve, despejando água gelada nelas até o congelamento do corpo. O marido de Elizabeth se juntava a ela nesse tipo de comportamento sádico e até ensinou-lhe algumas modalidades de punição. Mostrou-lhe, por exemplo, uma variação desses exercícios de congelamento para o verão: despia uma mulher e a cobria de mel, deixando-a a mercê dos insetos. Ele morreu em 1604 e Elizabeth mudou-se para Viena após o seu enterro. Passou também algum tempo em sua propriedade de Beckov e no solar de Cachtice, ambos localizados onde é hoje a Eslováquia. Esses foram os cenários de seus atos mais famosos e depravados. Nos anos que se seguiram após a morte do marido, a companheira de Elizabeth no crime foi uma mulher de nome Anna Darvulia, de quem pouco se sabe. Quando a saúde de Darvulia piorou em 1609, Elizabeth se voltou para Erzsi Majorova, viúva de fazendeiro local, seu inquilino. Majorova parece ter sido a responsável pelo declínio final de Elizabeth, ao encorajá-la a incluir algumas mulheres de estirpe nobre entre suas vítimas. Em virtude de estar tendo dificuldades para arregimentar mais jovens como servas à medida que os rumores sobre suas atividades se espalhavam pelas redondezas, Elizabeth seguiu os conselhos de Majorova. Em algum período de 1609, ela matou uma jovem nobre e encobriu o fato dizendo que fora suicídio. Já no início do verão de 1610, investigações iniciais em torno dos crimes cometidos por Elizabeth tinham começado. A base das investigações era política, a despeito do número crescente de vítimas. A coroa esperava confiscar o latifúndio de Elizabeth e deixar de pagar a alto empréstimo que seu marido tinha feito ao rei. Com isso em mente, Elizabeth foi presa no dia 26 de dezembro de 1610. Elizabeth foi julgada alguns dias depois. O julgamento foi conduzido pelo Conde Thurzo, como agente do rei. Conforme registro, o julgamento (acertadamente caracterizada como uma farsa pelo biógrafo de Bathory, Raymond T.McNally) foi iniciado não apenas para se obter uma condenação, mas também para confiscar suas terras. Uma semana após o primeiro julgamento, foi realizada uma segunda sessão, em 7 de janeiro de 1611. Neste, uma agenda encontrada nos aposentos de Elizabeth foi apresentada como prova. Continha nomes de 650 vítimas, todos registrados com a letra de Elizabeth. Seus cúmplices foram condenados à morte, sendo a forma de execução determinada por seus papéis nas torturas. Elizabeth foi condenada à prisão perpétua, em solitária. Foi colocada num aposento do castelo de Cachtice, sem portas ou janelas, apenas uma pequena abertura para a passagem de ar e de alimentos, lá permanecendo pelos três anos seguintes até sua morte em 21 de agosto de 1614. Foi sepultada nas terras de Bathory, em Ecsed. Além de sua reputação como assassina sádica com mais de 600 vítimas, foi acusada de ser uma lobisomem (werewolf, no original, não tem gênero) e vampira. Durante seus julgamentos, testemunhas afirmaram que em várias ocasiões ela mordia o corpo das meninas durante suas torturas. Essas acusações se tornaram a base para suas conexões com o "lobisomenismo". As ligações entre Elizabeth e o vampirismo são um tanto mais tênues. Naturalmente, havia uma crença popular nas terras eslavas de que os lobisomens em vida se tornavam vampiros após a morte, mas essa não foi a acusação feita a Elizabeth. Ao contrário, ela foi acusada de drenar o sangue de suas vítimas e de banhar-se nesse sangue para reter sua juventude. Por todos os parâmetros, Elizabeth era uma mulher muito atraente.

Ao entrar em sua modesta cozinha em uma abafada tarde de agosto de 1971, Maria Gomez Pereira, uma dona de casa espanhola, espantou-se com o que lhe pareceu um rosto pintado no chão de cimento. Estaria ela sonhando, ou com alucinações? Não, a estranha imagem que manchava o chão parecia de fato o esboço de uma pintura, um retrato. Com o correr dos dias a imagem foi ganhando detalhes e a noticia do rosto misterioso espalhou-se com rapidez pela pequena aldeia de Belmez, perto de Cordoba, no sul da Espanha. Alarmados pela imagem inexplicável e incomodados com o crescente número de curiosos, os Pereira decidiram destruir o rosto; seis dias depois que este apareceu, o filho de Maria, Miguel, quebrou o chão a marretadas. Fizeram novo cimento e a vida dos Pereira voltou ao normal. Mas não por muito tempo. Em uma semana, um novo rosto começou a se formar, no mesmo lugar do primeiro. Esse rosto, aparentemente de um homem de meia idade, era ainda mais detalhado. Primeiro apareceram os olhos, depois o nariz, os lábios e o queixo. Já não havia como manter os curiosos a distância. Centenas de pessoas faziam fila fora da casa todos os dias, clamando para ver a "Casa dos Rostos". Chamaram a policia para controlar as multidões. Quando a noticia se espalhou, resolveu-se preservar a imagem. Os Pereira recortaram cuidadosamente o retrato e puseram em uma moldura, protegida com vidro, pendurando-o então ao lado da lareira. Antes de consertar o chão os pesquisadores cavaram o local e acharam inúmeros ossos humanos, a quase três metros de profundidade. Acreditou-se que os rostos retratados no chão seriam dos mortos ali enterrados. Mas muitas pessoas não aceitaram essa explicação, pois a maior das casas da rua fora construída sobre um antigo cemitério, mas só a casa dos Pereira estava sendo afetada pelos rostos misteriosos. Duas semanas depois que o chão da cozinha foi cimentado pela segunda vez, outra imagem apareceu. Um quarto rosto - de mulher - veio duas semanas depois. Em volta deste ultimo apareceram vários rostos menores; os observadores contaram de nove a dezoito imagens. Ao longo dos anos os rostos mudaram de formato, alguns foram se apagando. E então, no inicio dos anos oitenta, começaram a aparecer outros. O que - ou quem - criou os rostos fantasmagóricos no chão daquela humilde casa? Pelo menos um dos pesquisadores sugeriu que as imagens seriam obra de algum membro da família Pereira. Mas alguns químicos que examinaram o cimento declararam-se perplexos com o fenômeno. Cientistas, professores universitários, parapsicólogos, a policia, sacerdotes e outros analisaram minuciosamente a imagem no chão da cozinha de Maria Gomes Pereira, mas nada concluíram que explicasse a origem dos retratos.
A aparição da menina Melissa- História Verídica
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009 -
Lendas Urbanas
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Certa noite, era meia noite em ponto. Levantei-me e fui até a cozinha pegar um copo de água. De repente, eu vi um vulto aterrorizante passar pela porta da cozinha. Não dei muita importância pois estava com muito sono e pensei que poderia ser fruto da minha imaginação. Na noite seguinte acordei na mesma hora, só que dessa vez para ir ao banheiro e adivinhem...OUTRO VULTO!!! Dessa vez eu dei importância, pois, tinha certeza que estava bem acordada. Fui apavorada para a cozinha para ver se o vulto se repetia, e a minha expectativa aconteceu. Quando olhei para o fantasma, percebi que era exatamente igual à foto da menina que eu vira no cemitério no dia em que o vulto apareceu pela primeira vez. Gritei demais...pena que estava sozinha em casa, pois, meus pais e minha irmã foram passar a noite na casa da minha tia, só não fui porque tinha brigado com minha prima Vivi (Verônika). Passado o susto na manhã seguinte minha mãe me ligou dizendo que iria passar a semana na casa da minha tia. Então eu disse que estava tudo bem. Fui na geladeira preparar meu café da manhã. Dentro da geladeira havia um papel escrito: "Para que você não me veja mais vá ao cemitério e coloque flores, pois minha família não me visita. Te espero essa tarde se quiser ter sossego de volta." À tarde levei as flores e lá estava escrito: "Sabia que você viria!" Fiz uma oração para a menina que se chamava Melissa e fui embora. Nunca mais ela me perturbou e desse dia em diante passei a levar flores a ela sempre que posso. Acreditem se quiser, mas, essa história é real...

Era verão, e como sempre a família de Carlos passava as suas férias em lugares diferentes. Esse verão eles decidiram alugar uma cabana em uma pousada qualquer, e como o pai de Carlos estava sem muito dinheiro, ele resolveu economizar e ficar em um lugar bem comum e barato. Era uma pousada muito pouco conhecida, ficava muito longe de sua casa e ela localizava-se muito longe de uma cidade, ela ficava em uma floresta. Chegando lá a família de Carlos logo arrumou suas coisas, e como a cabana tinha apenas dois quartos ele teve que dividir o quarto com sua irmã, que era mais velha que ele. Logo depois de arrumar suas coisas ele saiu para conhecer o local, e viu que as outras cabanas vizinhas estavam desabitadas, ou seja, a família dele era a única no local, além das pessoas da administração da pousada. Ele avistou um riacho, resolveu ir até lá. Ao se aproximar do riacho ouviu um som forte de água despencando, que só poderia ser uma cachoeira. Ele ficou muito contente, pois adorava isso, mas não conseguiu ir até lá, pois era muito longe. Ele resolveu ir para casa. Já passava das 22:00 horas e ele estava morrendo de vontade de conhecer aquela cachoeira. Ele perguntou a sua irmã se ela o acompanharia até lá, mas ela disse que há essa hora não, mas ele foi mesmo assim, e sua irmã não gostou nada e disse que iria alertar os seus pais. Ele pegou uma lanterna e saiu correndo muito rápido. Enfim chegou lá e viu que a cachoeira era enorme, mas ele gostaria de espiar o q havia atrás dela. Era muito difícil o acesso, pois a água caia muito forte, mas Carlos era persistente e conseguiu atravessar as pedras e a água que caia forte. Quando ele olhou através da água ele viu uma luz. Resolveu então entrar foi se aproximando devagar, quando viu o velho dono da pousada lá dentro, sentado em uma mesa que havia lá dentro. O velho não estava só, havia mais três pessoas que ele não conseguiu identificar, dois homens e uma mulher. Carlos resolveu espionar eles por uns minutos até que o velho falou: - Temos novas "Vitimas", digo Hóspedes. Após isso eles começaram a rir. Então Carlos ficou muito apavorado e resolveu voltar para casa. Ele correu o Maximo que podia, mas ao chegar lá viu que a sua cabana estava sendo invadida por muitos Mortos-Vivos (Zumbis). Esse era o fim, ele estava horrorizado, pois estavam atacando a sua família. Ele não sabia o que fazer estava sem reação, então tentou fugir dali, mas ao tentar escapar, viu que os Mortos-Vivos já tinham o visto, ele correu de volta até a cachoeira e se jogou no riacho. Ele cometeu suicídio ali mesmo, ele se afogou na água de propósito. Alguns dizem que a alma do menino ficou ali naquela cachoeira, assombrando aquele local. Passaram muitas outras famílias por aquele lugar, e nunca mais se soube nada delas.

Era uma vez um homem chamado Juca, Juca não tinha medo de nada, fazia qualquer tipo de aposta com as pessoas daquela pequena cidade onde morava, dormia em cemitérios à noite, passava a noite sozinho com defuntos, bebia qualquer tipo de veneno que oferecesse a ele tudo isso em troca de alguns trocados. E era assim que Juca levava sua vida, ganhando um pouquinho ali, mais um pouquinho aqui. Até que um dia apareceu naquela pequena cidade um homem estranho, vestia uma capa preta botas e um capuz, não dava nem para ver seu rosto, chegou logo perguntando para as pessoas onde morava o homem da cidade que não tinha medo de nada, pois queria fazer uma aposta com ele. Juca logo apareceu se mostrando confiante diante do estranho homem. O homem fez uma aposta com Juca, disse que se ele cumprisse 3 aposta com ele, levaria a quantidade de dinheiro que quisesse, Juca estranhou, mas aceitou a aposta, não era agora que ele iria recusar uma proposta, sempre foi tão corajoso, mas diante daquele homem estranho, Juca se sentiu um pouco apreensivo, um arrepio tomou conta de seu corpo, mas resolveu aceitar a aposta, pois cobraria muito dinheiro daquele homem, sabia que venceria as apostas e assim aceitou-as. O homem estranho lhe entregou um pequeno pedaço de papel, ali estava a primeira aposta que Juca teria de cumprir, o homem disse que assim que ele cumprisse a primeira aposta, ele voltaria para lhe entregar a segunda, Juca ficou desconfiado, mas aceitou. Naquele papel dizia "vá a meia-noite no cemitério, desenterre uma cruz de um túmulo e traga para mim, essa vai ser a minha prova". Quando Juca terminou de ler o papel deu risada, pois a prova era muito fácil, ele iria ganhar. Juca fez o combinado e quando estava voltando para casa, deu de cara na porta do cemitério com o homem estranho, Juca sentiu medo naquela hora, havia levado um susto. O homem disse a Juca que a primeira prova estava cumprida, e lhe entregou outro pedaço de papel, Juca abaixou a cabeça para ler o papel que estava escrito “pegue um gato preto e uma galinha preta, retirar o coração dos dois e enterre-os debaixo de uma figueira, pegue essa cruz que você trouxe do cemitério e marque o lugar onde você os enterrou" Juca terminou de ler o papel, seus olhos se levantaram procurando o homem que já havia sumido diante da escuridão do cemitério. Juca foi para casa e mal via a hora de chegar logo o outro dia à noite para cumprir a segunda parte da aposta. Chegou finalmente a hora de ir atrás do gato e da galinha, não foi tão difícil achar os bichos, o difícil foi achar o pé de figueira, mas enfim Juca conseguiu cumprir a segunda parte do acordo, quando estava voltando para casa novamente deu de cara com o estranho homem que disse "Parabéns Juca, agora só falta a terceira e última prova para você ter tudo que você sempre quis." O homem entregou outro pedaço de papel para Juca, estava escrito "vista-se com uma fantasia e passe a próxima noite de lua cheia debaixo dessa mesma figueira que você enterrou os corações e a Cruz". Após ter terminado de ler o papel, Juca riu para o homem e disse: "Isso vai ser muito fácil, vou ganhar essa aposta e você vai ter que me dar muito dinheiro". O homem então disse: "Não vai ser tão fácil como você imagina, mas para facilitar para você, eu trouxe comigo uma fantasia que vai lhe cair muito bem". O homem entregou uma caixa para Juca e mais uma vez disse: "Na próxima lua cheia vista-se com a fantasia que está dentro dessa caixa, e após a aposta cumprida, você terá tudo que sempre quis". O homem foi embora e Juca foi para casa, ansioso para que chegasse logo à noite de lua cheia. Passados alguns dias, finalmente chegou à lua cheia, Juca se apressou em vestir à fantasia que parecia ser feita da pele de algum bicho, tinha pelos, no lugar da cabeça tinha um capuz e no capuz tinha um par de chifres, na parte dos pés, tinha um casco como se fosse casco de um bicho também, enquanto Juca se vestia nem notou que a fantasia servia direitinho nele, parecia até que ele estava vestindo uma segunda pele, no lugar dos cascos, Juca também nem notou que seus pés cabiam certinhos. Mas enfim Juca logo se dirigiu para debaixo da figueira e passou a noite lá, quando estava prestes a amanhecer, o homem apareceu diante de Juca e disse: "Finalmente a aposta está cumprida Juca, como eu disse, agora você vai ter tudo o que quiser, assim como eu tenho, Juca levantou-se e tentou tirar a fantasia, mas não conseguia, aquilo era realmente a sua pele, seus pés eram os cascos na sua cabeça cresciam os chifres e ele cheirava a enxofre, Juca ficou assustado e perguntou ao homem o que estava acontecendo, quando o homem tirou o capuz, a capa e as botas que cobriam seu corpo, ele era igual àquela fantasia que Juca estava vestido. O homem então falou:” Parabéns Juca, agora você é como eu, eu era como você, não sentia medo de nada, aceitava qualquer aposta, até o dia que fizeram essa aposta comigo e desde aquele dia eu sou assim, eu tenho essa forma, mas a partir de hoje quem vai carregar esse corpo vai ser você até o dia que você achar outro trouxa sem medo de nada para fazer esta mesma aposta com ele”. O homem foi mudando de forma, ficou com a aparência de Juca e Juca ficou como era o homem, com aquele corpo peludo, chifres e cascos em vez de pés com um forte cheiro de enxofre,o homem sumiu e Juca deu um grito de horror, pois sentiu um medo profundo, como jamais havia sentido na sua vida............

Isto aconteceu com uma amiga minha. Os pais dela decidiram mandá-la para um colégio interno nos USA. E assim foi. Lá havia um rapaz, que adorava pregar partidas ás meninas. Era muito irritante. Uma das suas piores partidas foi quando sabotou a bicicleta de uma aluna e ela foi gravemente ferida para o hospital. Então como habitual, decidiu roubar o relógio da diretora do Colégio e meteu dentro da bolsa de uma das empregadas de limpeza. A diretora mandou revistar todos os quartos e encontraram o relógio na bolsa da empregada. Ela jurou que não tinha sido ela, mas o relógio estava na bolsa dela. A Diretora perdoou a empregada, mas ficou muito triste, porque pensava que ela era de confiança. A empregada ouviu o menino a rir-se por trás e foi lá. - Foste tu não foste Mark? - perguntou a empregada. - Eu? Ha ha ha!! Tenho cara de ladrão?? - gozou o menino. No dia seguinte encontraram Mark no seu quarto, morto, e tinham-lhe arrancado o coração e ao lado havia uma nota que dizia: " Quem não tem coração, não merece tê-lo ". A partir daí a empregada nunca mais foi vista.....

A Moça Da Capa Preta Era Uma Vez uma moça muito bonita que gostava muito de Dançar em Bailes...Certo Dia Um Jovem com péssima aparência chamou-a Para dançar! , E ela não Aceitou Dançar com esse jovem, De repente deu uma vontade de ir ao banheiro, Quando ela saiu o jovem, a esfaqueou, e ela Faleceu... Outro dia um moço foi ao mesmo Baile, Depois de muitos anos da morte da moça... E ele encontrou uma moça muito bonita A qual sempre vestia uma capa preta, Quando chegava no Baile ela tirava e pendurava! , Só usava quando saia! Um dia ela pediu pra ele leva-la em sua casa, Chegando lá ele reparou que sua casa era muito escura e sem energia, Clareada por luzes de velas, Assim que ela chegou em casa tirou sua capa preta, E pendurou como sempre fazia... Eles dois estavam tão cansados que se deitaram e dormiram, Quando foi pela manhã ele acordou e percebeu que estava em um cemitério, E a capa estava pendurada na TUMBA! O rapaz tomou um susto tão grande que Gritou! AAAAAH! , Ele observando a tumba percebeu que ali estava o nome da garota, e a data de sua morte, Já fazia 10 Anos que ela tinha morrido. Mas sua alma inconformada com o que aconteceu continuou indo ao mesmo baile dançando com vários rapazes, infernizando a vida te todos os rapazes, O rapaz inconformado foi na casa a qual ela deu o endereço (A casa Dos Familiares dela), Chegando lá quem atendeu a porta, Foi uma governanta que era muito antiga na casa! E o rapaz perguntou: - Bom Dia, A Senhora conhece uma moça que gosta muito de ir ao Baile, E usa uma capa preta? Assustada a Governanta respondeu: - Olhe ali o retrato dela faz 10 anos que ela morreu. O Rapaz ficou louco, E assim aconteceu com milhares de rapazes a qual visitavam esse baile. Isso não é Uma simples lenda, Se você quiser tirar duvidas, Vá em Maceió no Cemitério Trapiches da Barra, A Tumba dela está lá junto com uma capa preta... Se não acredita! Olhe com seus próprios olhos...

No dia 23 de janeiro de 1998,uma menina chamada Lily,estudava numa escola,que onde todos não queriam amizade com ela,Por que no dia de uma festa na escola,ela chamou a policia por todos estarem bebendo bebida alcoólica,o resultado foi que ela ficou sem amigos. Um dia um menino chegou na escola,ele se chamava Eduardo,pois parecia bem legal,ela como estava triste,nem notou que o menino novo chegava,o menino olhou para ela e viu que sua aparência era triste,ele se dirigiu a onde ela estava,E ele perguntou: - Olá,como vai? , Ela não falou nada, se levantou e saiu andando.Na sala de aula,ele senta ao seu lado e pergunta: - Porque esta triste? , ela fala: - Só não tenho amigos,e por isso que fico triste,ele diz: - Eu posso ser seu amigo,Ela fala: Ta!. No outro dia,a menina triste vem diferente,ele foi com o cabelo solto,pois ela ficava com o cabelo preso,e veio também com um brilho rosa que era muito bonito,bem Eduardo logo se encantou por ela,pois ela estava muito bonita,bem as outras meninas que também gostavam do Eduardo não gostaram nem um pouco do relacionamento deles.Na sala de aula,ele pergunta:- Lily você quer me namorar? ,ela logo se desespera e diz:- Err... Sim, ele pega na mão dela e diz:Vou te fazer feliz,Ela logo sorri,as meninas que gostavam do Eduardo não gostaram nem um pouco do que estavam vendo,Bem de tarde,Todos vão embora,Por que a aula já tinha acabado,De surpresa Eduardo empurra Lily delicadamente e a beija,todo mundo vê,até as meninas que gostavam do Eduardo,ele a beija muito,depois ele pararam e saíram andando. Na escola, as meninas que gostavam do Eduardo, estavam a fazer um plano para separar eles, Elas falam: - Vamos fazer assim, Vamos convidar ela para ir até o banheiro, e metemos a cabeça nela no vidro, ai ninguém saberá, pensaram que ela foi embora da escola, depois ficamos com o Eduardo.Então como previsto chamaram ela para ir ao banheiro, e falaram Lily vamos até o banheiro vamos te arrumar, ela vai sem saber de nada, ai uma das meninas a empurra, e ela cai, a outra pega seu cabelo e faz ela levanta e mete no vidro, e ela fala:- Você não vai ficar com o Eduardo!!, E taca a cabeça dela no outro vidro da janela,ai ela cai no chão,toda sangrando,ai elas vão embora deixando ela no chão.Minutos se passam e Eduardo estava a andar nos corredores para ir ao banheiro, e ouvi um gemido,vindo do banheiro feminino,Eduardo olha escondido,vê Lily no chão,ele corre e a pega,e fala: - Quem fez isso? ,Ela fala: - Foram as Me... ,Ai morre em seguida,Ele a balança, e fala: - Lily? ,ai ele deixa ela no chão,e sai de cabeça baixa sem falar pra ninguém,ele entra na sala,e senta na sua cadeira.Depois na hora de embora,ele sai,as meninas falavam:- Edu,que estudar com a gente? ,Ele diz: - Não!!!, Ele sai correndo até sua casa, vai até o seu quarto,joga a mochila,é chora,De repente ele ouvi a voz de Lily,ele fala: -Lily? , de repente aparece a alma dela dizendo,O vento trás a saudade,trás os beijos,a alegria,a liberdade,a felicidade,tudo que trás essa saudade,Eduardo não importa o que acontecer vou estar sempre no seu coração,ele fala: - Lily eu te amo,anos e dias Eduardo era acompanhado pela alma de Lily,mesmo ela estando morta ele sentia feliz do mesmo jeito.

Os moradores de uma pequena cidade nunca imaginaram que a diversão de um final de semana pudesse se transformar num dos piores pesadelos daquela comunidade. Fazia um pouco de frio e a imaginação das crianças e jovens estava destinada diretamente para o parque de diversões que havia se instalado no vilarejo. O parque trazia consigo além da roda-gigante, casa dos espelhos, labirinto, montanha-russa e barracas de algodão-doce e pipocas um estranho e sombrio brinquedo. Era conhecido como o misterioso e assustador Túnel do Terror. As crianças e adolescentes ficaram fantasiados com aquele mistério e todo o horror envolto ali. O tal brinquedo ficava isolado do resto do parque, bem no fundo num local escuro. Muita gente tinha medo até de passar perto e as casas mais próximas disseram ouvir berros e gritos de pessoas nas madrugadas que antecederam a instalação do parque no município. A fachada parecia algo semelhante a uma mina, tinha uma placa na frente com mensagens ameaçadores aos "aventureiros".A trilha do terror era composta por mineradores que supostamente matavam o que pareciam ser apenas bonecos. Muitos pais não deixaram que seus filhos fossem ao tal brinquedo porque ouviram boatos sobre ele, mas a maioria não deu ouvidos. No outro dia, várias crianças e jovens da cidade foram desaparecidos misteriosamente e depois foi descoberto que os corpos que eram degolados, estripados e esfaqueados ao longo da travessia do túnel era verdadeiros e muitos deles pertenciam as crianças.
No interior do estado de Minas Gerais havia um pequeno vilarejo. As pessoas viviam tranqüilamente sua paz e tranqüilidade. O dia passava calmamente, com um belo sol e pássaros cantando a primavera que havia chegado. Junto com a primavera, chega um forasteiro. Um rapaz de São Paulo que está fazendo pesquisas com os insetos da região. Ele se hospeda no único hotel da cidade. Ao pegar as chaves, recebe uma advertência do atendente: - Muito cuidado, Doutor. As noites de primavera dessa cidade são amaldiçoadas... - Mas por que? Perguntou o rapaz... - Demônios do inferno... todas as noites eles saem para fazer algazarra. São dezenas de crianças que atormentam a cidade. Elas já mataram muita gente por aqui... - Mas que bobagem... O jovem pegou suas coisas e foi para o seu quarto. Com o cair da noite, o rapaz se preparava para sair em sua busca por exemplares de insetos na região. Ficou preocupado com a história do atendente mas pegou seu facão por garantia. Ele achava que deveriam ser delinqüentes, e não demônios... E lá se foi, o biólogo em busca de seus animaizinhos... uma cigarra aqui, um gafanhoto dali... até que o silencio se torna total na cidade. Seu relógio marcara meia-noite e os ponteiros não se movimentavam mais. O jovem puxa seu facão e fica preparado. Ele escuta sons. Vozes. Vozes de crianças. É impossível entender o que elas diziam... mas vinham em sua direção. Não era possível identificar as imagens, apenas vultos que se moviam rapidamente. E estavam se aproximando. O desespero toma conta do rapaz. Eles vem em sua direção. Ele tenta fugir, mas as crianças são mais rápidas do que ele. Até que as crianças o pegam e o levam para a porta da igreja sendo arrastado pelas pernas. Elas são muito fortes e rápidas. Gritos, risadas e muitos gemidos. As crianças batem a mão dele no chão e gritam a cada pancada. O rapaz sente dores terríveis. Uma das almas pega o facão de sua mão. Outras duas o deitam de costas para o chão. Preocupado, e prevendo sua morte, ele fecha os olhos e ouve o barulho do seu facão batendo no chão de terra. Ao abrir os olhos, as crianças haviam sumido e seu facão estava cravado na terra. O jovem não entendia como poderiam ter enterrado um facão de 30 centímetros até o cabo . Depois de passar o susto, ele resolve retirar sua arma da terra. Depois de muita dificuldade ele resolve cavar para facilitar a saída da arma. Mas ao cavar uns 20 centímetros de solo ele sente que seu facão está cravado em algo sólido. Era branco. Ao retirar mais terra do local ele percebe a surpresa. Era um crânio. De uma criança indígena, ainda com os colares e peças de rituais. Ao tocar no crânio, as crianças aparecem repentinamente ao seu lado, porém em silêncio. Agora ele consegue definir seus rostos. Elas pedem para que ele continue cavando. Ele busca uma pá e cavar em volta da igreja. O jovem rapaz encontra dezenas de corpos e descobre o mistério. As crianças atormentavam a vila porque ela foi construída sobre um cemitério de crianças indígenas, dizimadas pela colonização da região. Suas almas não conseguiam descansar em paz até que as casas que estavam sobre o terreno sagrado foram removidas do local. Depois desse dia, os "demônios baderneiros" nunca mais forma vistos na cidade.

Em meados dos anos 60,no estado do Paraná,mais precisamente na divisa com Santa Catarina,houve a chegada de uma família muito bem sucedida vinda da Espanha,a qual a família era de um casal e dois filhos,um garoto de 12 anos e uma menininha de 3.A garotinha era muito linda,era loirinha,cabelos enroladinhos,olhos azuis e era muito comportada. O porém é que por ser a filha que o casal tanto desejava, a garota acaba recebendo mais atenção que o garoto.Ao passar dos anos, a inveja contra a irmã vai aumentando no menino,que o qual,um dia não agüenta e,chama a menina para brincar e a mata no meio das arvores da chácara onde moravam.Ainda hoje,essa chácara continua lá,à venda,num valor muito alto,pois tem uma linda paisagem e um lindo laguinho.Um dia,uma moça,chamada Ângela Jhoffmann,uma advogada muito rica,encantou-se com o belo lugar e o comprou.Sabendo que uma moça rica estava isolada de todas as pessoas no "fim do mundo” (apelido da fazenda),um grupo de assaltantes resolveu ir lá de noite assaltá-la.Só que o grupo de assaltantes teve ajuda de Carim Jhoffmann,a prima de Ângela,que a qual a invejava muito por ser rica e ela não.Chegado o dia do assalto,carim e os assaltantes chegaram na chácara,armados e decididos a fazer o pior pra não deixar pistas.Quando estavam prestes a invadir a grande casa,sentiram uma luz muito forte atrás deles,ao olhar viram a imagem de uma garotinha, que falou que era muito feio o que iriam fazer.Os assaltantes dispararam friamente muitos tiros contra a garota,porém,todos os tiros passaram reto,e até que eles,espantados,desistiram e saíram correndo,porém carim olhou fixamente p/ a garota,segurou a arma em direção a ela e atirou,mas os tiros passaram reto,Carim horrorizada,ouviu as risadas da menininha dizendo -è muito feio ter inveja dos outros moça!!-assim ,Carim,soltou a arma no chão,porém,a garota falou :-Você teve um comportamento muito feio, moça!-Carim já chorando,saiu correndo pela mata a fora,porém tropeçou e caiu.Ao se levantar olhou p/ cima e deu de cara com a menina que estava com a cabeça sangrando:-Você tem que pagar pelas coisas feias que você ia fazer moça!-exclamou a garota,e,em seguida olhou profundamente para os olhos de Carim,que a qual,caiu morta. Dizem,algumas pessoas do Paraná,que quando você está prestes a fazer o mal para uma pessoa por inveja,você vê subitamente a imagem de uma garotinha sangrando e, que em seguida some!

Ana era uma jovem bonita e inteligente que tinha um estranho hábito quando chegava o período de provas ela ia estudar no cemitério que ficava perto de sua casa, todos os seus amigos implicavam com esse hábito: -Então Ana já vai pro cemitério?E riam -O que é que tem de mais lá é tranqüilo e eu posso estudar em paz e parem de provocar. Um dia quando ela chegou no túmulo que costumava ficar, encontrou uma linda flor lilás: -Acho que vou ficar com ela. Após dizer isso guardou-a no meio do fichário e continuou a estudar, quando terminou guardou o material e após sair do cemitério não percebeu que a flor caiu do fichário direto para o bueiro na calçada. Chegando em casa ela foi pro quarto, olhou pela janela e viu uma moça lá em baixo, olhando pra ela como se quisesse algo de volta... Ana saiu de perto da janela e foi tomar um banho, como o inverno estava se aproximando ela ligou a água quente, no banheiro havia uma pequena espelheira que foi embaçada pelo vapor. Após o banho ela sai e no espelho como passe de mágica foi aos poucos se formando a seguinte frase:- DEVOLVA MINHA FLOR!!!! Ana corre pro quarto se troca rapidamente e vai até a cozinha onde sua mãe preparava o jantar: -O que foi Ana? Por que essa carinha assustada? -Eu estava no banho e quando saí vi uma frase escrita no espelho... A mãe dela termina o jantar e vai até o banheiro chegando lá, só a Ana vê a frase: -Não vejo nada filha.Esqueça isso a sua mania de estudar no cemitério deve estar fazendo mal. -Você tem razão mãe é melhor eu parar com isso.Após o jantar Ana vai dormir e no dia seguinte ela resolve estudar em casa no meio dos estudos o telefone toca, como sua mãe tinha ido ao mercado ela desce e atende: -Alô? -DEVOLVA MINHA FLOR, QUERO ELA DEVLOTA... -Eu sei que é você Antônio pare de implicar comigo.E ela desliga o telefone e sobe pro quarto, e toca novamente o telefone e a mesma pessoa pede a flor devolta. No dia seguinte: -Antônio que brincadeira de mau gosto foi aquela de ontem? -Que brincadeira?Eu não te liguei ontem! Então ela se lembra da flor que tinha pego no cemitério e após procurar na casa inteira descobre que tinha perdido ela pega suas economias vai até a floricultura e compra um lindo buquê com flores brancas bem parecidas deixa no túmulo e vai pra casa, mas o telefone toca: -NÃO QUERO ESSAS FLORES QUERO A MINHA FLOR!!!!! -Mas eu já procurei acho que a perdi... -ENTÃO SOFRERÁ AS CONSEQUENCIAS... Após isso a outra pessoa desliga, Ana torna procurar a flor, mas não encontra e após muitas ligações no telefone de casa e no celular e mensagens no espelho recados no espelho Ana acaba ficando louca!!! E na sala do manicômio ainda com o celular na mão Ana percebe que ele toca e ela grita por ajuda desesperadamente...
Esta historia aconteceu comigo, com minha namorada e com minha irmã. Em Indaiatuba no Valle das laranjeiras em um sobrado que parecia lindo mas era ASSUSTADOR. Todo dia a noite se escutava barulhos que vinha da cozinha de pratos e copos se quebrando e o horário que se escutava era o mesmo. Quando você apagava as luzes e trancava a casa, só era você virar as costas que as luzes estavam acesas, a televisão estava ligada e as portas abertas. Isso acontecia dia e noite. Todo os dias era a mesma coisa. Mas um dia quando minha namorada acordou parta ir trabalhar de madrugada umas 6:00 horas da manhã. Ela viu que um velho de uns 75 anos estava na frente da porta de minha casa vestindo uma camisa azul e uma calça jeans lendo um jornal de 11 de abril de 1985. ela cumprimentou o velho e como ela estava adiantada começou a conversar com ele normalmente uns 20 ou 30 minutos, falou tchau e foi trabalhar. Passado algum tempo minha namorada viu o mesmo velho com a mesma calça e blusa lendo aquele mesmo jornal de 11 de abril de 1985.o velho assinalou para a minha namorada que com medo voltou para casa, contou para mim o que havia acontecido. No dia seguinte a amiga de minha mãe que era a minha vizinha conversava comigo e eu contei o que minha namorada havia contado para mim e ela me explicou que o velho que meu namorado viu era o espírito de um velho que morreu e que ainda mora naquela casa. Eu mudei de casa e ainda falam que o espírito daquele mesmo velho continua assombrando aquela casa.

Sete amigos foram jantar na casa de uma das meninas do grupo. Só que em vez de um simples jantar virou uma grande festa com músicas, bebidas, comidas e muitos amigos para curtir a festa. Eles não estavam ligando com as horas porque eram férias então poderiam se embebedar a vontade. Uma das meninas se preocupou, pois seus pais viajaram e deixaram ela fazer festa mais tinha gente que estava bebendo pinga em vez de cerveja seu pai não ia gostar eles pegarão a pinga da coleção de bebidas de seu pai. As meninas não bebiam então só as meninas iam dormir na casa os meninos iam beber até o amanhecer fora da casa. Deu meia noite apareceu um casal com um vestido de noiva e um menino com um terno. Os meninos perguntaram se ia ter casamento esta hora? Eles perguntaram como bêbados e o casal não respondeu. Um dos amigos quis enfrentar ele passou diante do casal e eles continuaram andando. O menino desmaiou e acordou com os amigos numa igreja amarados, viram varias pessoas com o casal no altar. Todos os convidados eram espíritos, todos os espíritos do mundo todo ano vão para a igreja fazer uma missa, ou melhor, um casamento para dois espíritos jovens. O casal depois do casamento na festa começou a dançar na meia noite os meninos amedrontados com aquela sena. Os dois jovens pegaram os três meninos e mataram eles na dança da meia noite os dois com uma faca na mão rodando batendo a faca, juntinhos enfiando as facas e morreram. As meninas com medo que aconteça algo com os meninos foram procurá-los e não encontraram. No ano seguinte elas foram à igreja à noite procura-los. Chegando lá encontraram e perguntaram o que estava acontecendo e...Um grito na noite “Rááááá!!!!!” E tudo se repetiu. OBS: nas noites de lua cheia um casal aparece em qualquer cidade do Brasil e sempre paga sete jovens para se juntar a eles e virar um ano depois um casal. Eles se casam todo o ano porque todos lá embaixo, precisam de alguém. Você pode ser o próximo casal a se juntar a eles.

Estávamos eu, e meu primo, na internet, na casa dele, acessamos este site e estávamos a ler lendas quando, de repente o telefone tocou. Achamos estranho pois a internet da casa do meu primo era discada, aquela que quando entramos o telefone fica acupado até dela sairmos, mas não prestamos atenção e resolvi atender. Quando vi no bina o número que aparecia era : 0000 0000. Quando eu atendi o telefone estava ocupado... então desliguei. Continuamos a ler lendas... e o telefone de novo tocou, o número era novamente: 0000 0000. Quando eu atendi, ouvi gritos de horror, gemidos... Estava consentrada naquilo quando ouvi: "- PARE COM ISSO! PARE COM ISSO AGORA!!" E então quem estava na linha desligou. Detalhe : a internet estava funcionado normalmente. Novamente, nós não prestamos atenção, pensamos que fosse trote. Até que, sem clicarmos em nada, a tela do computador ficou preta e apareceu uma mensagem dizendo: "- SE NÃO PARAREM TERÃO CONSEQÜENCIAS GRAVES!" Resolvemos então mudar de site, entramos no orkut, ouvimos música e novamente o telefone toca: "- DEPOIS NÃO DIGA QUE EU NÃO AVISEI...!" Dessa vez nos assustamos e desligamos o computador. O dia continuou normal mas a noite não! Quando fomos dormir, começamos a ouvir o barulho de pessoas correndo pela casa. Nós nos apavoramos e resolvemos acender a luz. E a janela de repente bate, a porta do quarda roupas abre e escutamos novamente pessoas andando dentro de casa. Desta vez o barulho vinha da escada, como se pessoas a subissem. Nós fechamos a porta e ficamos debaixo do cobertor. A luz acaba e minha tia (mãe do meu primo), resolve sair para comprar velas. A gente não tinha nem reação. Assim que ela fechou a porta, a luz voltou, desta vez nós vimos um bilhete colado na tela do computador: "- QUERO VER SE VOCÊS TEM CORAGEM DE LIGAR O COMPUTADOR AGORA E ENTRAR NOVAMENTE NAQUELE SITE PARA LER AS TAIS LENDAS URBANAS." Meu primo, como sendo corajoso resolveu ligar o computador e entrar no site. Novamente a tela ficou preta e apareceram letras formando palavras, que diziam: "- EU AVISEI!" Quando olhamos no relógio, já era meia noite e o telefone tocou de novo. Eu atendi: "- MELHOR CORREREM!" Nós então o fizemos, corremos até a porta e quando abrimos, encontramos minha tia. Nós contamos o fato para ela, mas quem disse que ela acreditou? Que nada! Ela tirando sarro da nossa cara disse: "- SE TEM ALGUEM AQUI EU QUERO VER O ESPELHO QUEBRAR!" De imediato, ele não quebrou.. ela riu mas do nada o espelho caiu no chão. Por dentro dos cacos de vidro tinham várias letras que formavam as seguintes palavras: "-AGORA VOCÊ ACREDITA QUE TEM ALGUEM AQUI?" Minha tia ficou assustada mas logo esqueceu e foi dormir. De madrugada ela sentiu alguém acariciando seus cabelos e ao pensar que fosse seu marido, ela continuou a dormir. No dia seguinte, quando ela acordou, e olhou no espelho do guarda roupas, deparou-se com uma mensagem escrita com sangue :"- SEU CABELO É MESMO MACIO!!!"...

Dizem que em uma vila muito antiga, com poucos habitantes, havia uma casa afastada de todas as outras, que ninguém ousava a entrar. Todos que ali entravam, nunca mais eram vistos outra vez. Um certo dia, 4 adolescentes conversando sobre está casa, tiveram a idéia de invadir e ver o que tanto seus pais e parentes abominavam. Eles marcaram de ir à noite quando todos estavam dormindo, pois no vilarejo tinha costumes de dormir cedo porque que falavam que a "casa" os chamavam para ir para lá. Quando deu 23:30h, os 4 estavam já todos reunidos para provar que não tinham nada da casa. Andaram e andaram até chegar no jardim que lá existia, com muitas rosas e margaridas. Uma beleza incomparável! Tinha uma menina com eles e ela ficou admirada com a beleza do lugar e falava que ia ficar ali fora olhando as lindas flores. E um deles falou: “Tudo bem, mas se você ouvir ou ver alguma coisa, nos grite tá?” E ela só acenou com a cabeça e eles entraram. E por dentro, era tudo muito escuro e empoeirado. Não havia interruptores e nem candelabros, nada que pudesse clarear para ver aonde eles estavam pisando. O chão rangia e a sala de entrada tinha um escada que levava para o 2ºandar. Um deles falou que iria olhar na cozinha e os outros foram ver o andar de cima e, nessa casa, o que não faltava era quadros. Nisso a menina que estava olhando as flores ouviu o mato se mexendo, ela se levantou lentamente e quando ela se virou para correr deu de cara com uma velha de cabelos brancos e longos que olhava por cima de sua cabeça e falando: “Você é bem curiosa, não é menina?” E ela respondeu: “Só vim com meus amigos, eles que entraram em sua casa” Ela olhou para garota e deu um sorriso de lado e correu para dentro do mato de novo. Agora ela já acreditando o porque que sua mãe dizia para não ir a casa correu para dentro chamando os garotos que tinham entrado. Como ela não os ouvia, entrou em desespero e começou a chorar. De repente, viu que na cozinha havia luz acesa. Correu para ver se era eles e era! Quando ela começou a falar o que tinha visto, eles se viraram e ela gritou e viu que um estava sem os olhos, outro sem a língua e o outro sem as orelhas e leu o aviso que dizia: “A CURIOSIDADE MATA!” Ela saiu correndo e ouvindo os gritos de dentro da casa e a risada da velha. Quando chegou em casa contou o que aconteceu para seus pais e até hoje essa frase é usada para evitar que as pessoas se "machuquem"!
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